PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS RECÉM-NASCIDOS COM ANOMALIAS CONGÊNITAS EM MICRORREGIÕES DO NORTE DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BRASIL
Palavras-chave:
Anomalias Congênitas, Recém-nascido, Saúde da Criança, EpidemiologiaResumo
Objetivo: identificar o perfil epidemiológico dos recém-nascidos com anomalias congênitas em microrregiões do norte do Estado de Minas Gerais, no período de janeiro 2006 a dezembro 2014. Metodologia: Trata-se de um estudo quantitativo, transversal, descritivo e documental. A coleta de dados foi realizada no Banco de Dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos, disponibilizado pela Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil. Resultados: Os resultados mostraram que havia 142.211 (99,4%) nascidos vivos nesse período e, entre esses, 814 (0,6%) nasceram com anomalias congênitas nas Microrregiões em estudo. As mães dos recém-nascidos encontravam-se na faixa etária entre 20 e 35 anos; com ensino superior incompleto solteiras, realizaram, em média, sete consultas de pré-natal; tipo de parto cesáreo; gravidez única e com predomínio de idade gestacional de 37 a 41 semanas de gestação. Os recém-nascidos eram do sexo masculino e com peso adequado para idade gestacional. Segundo a análise múltipla os fatores de risco para anomalias congênitas foram o peso da criança; tipo de parto e sexo da criança. Destaca-se que a gravidez dupla ou tripla apresentou fator de proteção para anomalia congênita. Conclusão: faz-se necessário maior aprimoramento do conhecimento do perfil das anomalias congênitas em recém-nascidos, ao fornecer dados importantes, que poderão melhor subsidiar o planejamento do cuidado assistencial de qualidade a essa clientela.
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