SÍNDROME DA FRAGILIDADE EM MORADORES INSTITUCIONALIZADOS: ESTUDO TRANSVERSAL
DOI:
https://doi.org/10.64671/ts.v26i1.86Palabras clave:
Fragilidade, Instituição de Longa Permanência para Idosos, Saúde do Adulto, Saúde do idoso institucionalizado, estudos transversaisResumen
O envelhecimento acelerado exige atenção à fragilidade, um preditor crucial de eventos adversos, especialmente em instituições de longa permanência, aonde a vulnerabilidade dos idosos é mais pronunciada. O objetivo foi identificar a prevalência de fragilidade nos participantes utilizando os componentes de fenótipo de fragilidade: exaustão, perda de peso, baixa atividade física, lentidão de marcha e fraqueza muscular. Trata-se de um estudo transversal, de caráter exploratório e descritivo, realizado com moradores institucionalizados de municípios do sudeste goiano, no período de 2023-2024, com aplicação de questionário semiestruturado, acerca das condições sociodemográficas, fragilidade autorreferida e aplicação do teste Tilburg Frailty Indicator (TFI). Foram entrevistados 49 moradores, em sua maioria homens (55,1%). A média de idade dos participantes de 69,6 anos, com baixa escolaridade, sedentarismo e histórico de quedas (51,03%), por motivo extrínseco (72%), resultando em contusão/ferida (40%). Na avaliação da fragilidade autorreferida encontrou-se predominância de frágil (45,83%), seguido por pré-frágeis (35,42%). A avaliação da TFI revelou considerável percentual de fragilidade (64,58%), com média de 6,06 pontos. O estudo evidenciou uma elevada prevalência de fragilidade entre os moradores institucionalizados no sudeste goiano, em duas ferramentas distintas. É preciso estratégias voltadas à prevenção e tratamento do fenômeno em estudo, bem como fortalecimento das políticas públicas que promovam atividade física, suporte nutricional e acompanhamento contínuo. Estudos futuros, com desenhos longitudinais e ensaios controlados, são recomendados para avaliar a evolução e eficácia dessas intervenções.
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