ANTHROPOLOGY, INTERDISCIPLINARY AND HEALTH

Autores/as

  • Renan Pires Maia Autor/a
  • Carlos Bezerra de Lima Autor/a
  • Ana Karla Bezerra da Silva Lima Autor/a
  • Carlos Bezerra de Lima Júnior Autor/a
  • Ana Carolina Lopes Cavalcanti de Oliveira Autor/a

Palabras clave:

Antropologia, Interdisciplinaridade, Saúde

Resumen

O presente artigo tem o objetivo de levantar uma análise e reflexão sobre a problemática da interdisciplinaridade e da visão antropológica no campo da saúde – quer o consideremos sob o aspecto da produção científica, quer o consideremos sob o aspecto da atuação profissional. Tal reflexão foi fundamentada numa pesquisa de metodologia essencialmente bibliográfica, percorrendo diferentes obras de vários períodos da história, documentos e estudos científicos. A primeira parte do trabalho foca-se em delinear um panorama de perspectivas antropológicas parciais, que analisam o ser humano apenas a partir de uma de suas dimensões constituintes, em detrimento de outras: tais são os casos do gnosticismo, do materialismo, do individualismo, entre outras. Parcialidades antropológicas ocorrem também atualmente, proporcionadas por um modelo positivista de organização do trabalho, o que se reflete no campo da saúde. A segunda parte do trabalho se dedica a apresentar as limitações desta organização positivista de produção científica e de organização do trabalho no campo da saúde, apresentando uma visão alternativa, baseada em novas (na verdade antigas) tendências, que colocam o ser humano enquanto totalidade, totalidade enquanto indivíduo, constituído de corpo, mente e espírito, e enquanto parte de um todo maior, social, ambiental e mesmo cósmico, o que redundaria numa organização profissional e científica interdisciplinar.

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Publicado

2026-05-18

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