AMBIENTE DOMICILIAR, VÍNCULO MÃE-FILHO E O DESENVOLVIMENTO DE LACTENTES EXPOSTOS E NÃO EXPOSTOS AO VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA
DOI:
https://doi.org/10.29327/213319.20.2-15Palabras clave:
Desenvolvimento Infantil, Meio Ambiente, HIV, Transmissão Vertical, Depressão Pós-PartoResumen
A transmissão vertical é o principal meio de transmissão do vírus da imunodeficiência humana (HIV) em lactentes e está ligada à figura da mulher, por isso, a interrupção da amamentação é necessária. Além do impacto da não amamentação, as mães soropositivas podem demonstrar sentimentos de culpa, e vergonha por conta do HIV, levando à situação estressante durante a gestação e pós-parto. Esses fatores podem interferir na construção do vínculo mãe-filho e, consequentemente, nos estímulos ofertados em seu ambiente familiar e no desenvolvimento motor, cognitivo e da linguagem do lactente. Este estudo caracterizou e comparou o vínculo mãe-filho os affordances e o desenvolvimento motor, cognitivo e da linguagem de lactentes expostos e não expostos ao HIV. Foram avaliadas neste estudo transversal 49 lactentes de ambos os sexos nas idades de 4, 8, 12 e 18 meses, divididos em dois grupos: Grupo expostos ao HIV e grupo não expostos ao HIV. Foi realizado como instrumento de avaliação a Bayley Scales of Infant and Toddler Development III, Affordances in the Home Environment for Motor Development, Protocolo de avaliação vínculo mãe-filho e ao Critério de Classificação Socioeconômica. Os resultados da comparação entre os grupos revelaram que não há diferença em relação ao vínculo mãe-filho, ao desenvolvimento motor, cognitivo e da linguagem, e as affordances do ambiente, permitindo concluir que não houve diferenças entre os lactentes expostos e não expostos ao HIV.
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