REFLEXÕES DE UMA RODA DE CONVERSA ACADÊMICA SOBRE AUTORREGULAÇÃO E BEM-ESTAR SUBJETIVO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS
Palabras clave:
Autorregulação, Bem-estar, Qualidade de vida, Saúde, Cotidiano acadêmicoResumen
Este estudo visa a analisar a relação entre comportamento autorregulado e bem-estar subjetivo no ambiente acadêmico. Para tal recorreu-se a uma roda de conversa entre cinco estudantes e uma professora do Programa de Pós-Graduação em Cognição e Linguagem, da Universidade Estadual Norte Fluminense (UENF) que possibilitou a identificação de autores e conceitos relevantes para fundamentar este trabalho sob uma abordagem exploratória e qualitativa. O ponto de partida para as reflexões da roda de conversa pautou-se na seguinte questão: de que modo as dimensões do construto da autorregulacão relacionam-se com o bem-estar subjetivo e, consequentemente, com a qualidade de vida de estudantes universitários? Inicialmente analisou-se os conceitos de autorregulacão e de bem-estar subjetivo, concluindo haver convergência entre eles. As reflexões do grupo focalizaram duas variáveis do comportamento autorregulado relacionadas ao bem-estar subjetivo: a definição de objetivos – que integra a dimensão metacognitiva – e as estratégias volitivas de controle da motivação – que integram as dimensões motivacional/comportamental. As evidências presentes na literatura especializada sugerem que comportamentos autorregulados podem contribuir positivamente para o bem-estar subjetivo, e, por conseguinte, afetam a qualidade de vida. Ressalta-se as possibilidades de prevenção e redução de riscos à saúde a partir de intervenções para a autorregulação de estudantes, frente aos desafios do cotidiano acadêmico.
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