ANÁLISE DA MORBIMORTALIDADE NOS RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMOS DE MUITO BAIXO PESO DE MULHERES NOS EXTREMOS DE IDADE DA VIDA REPRODUTIVA

Autores/as

  • JAQUELINE SERRA BRAND Hospital Universitário Antonio Pedro/ UFF Autor/a
  • Arnaldo Costa Bueno Universidade Federal Fluminense Autor/a
  • Alan Araujo vieira Universidade Federal Fluminense Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.64671/ts.v26i1.208

Palabras clave:

idade materna; gravidez de alto risco; recém-nascido de muito baixo peso

Resumen

Objetivo: Analisar a associação entre a idade materna e a morbimortalidade neonatal em recém-nascidos pré-termos de muito baixo peso ao nascer. Métodos: Estudo retrospectivo com coleta de dados sobre gestantes e seus recém-nascidos atendidos em um hospital universitário entre janeiro de 2016 e dezembro de 2024. A amostra foi dividida em grupos de acordo com a idade das gestantes: gestantes adolescentes (idade menor que 20 anos); gestantes com idade entre 20-34 anos e gestantes com idade avançada (idade igual ou maior a 35 anos) e foram comparados quanto às características clínicas, à presença de morbidades perinatais e neonatais e à evolução para o óbito neonatal. As variáveis categóricas foram descritas por percentual e número absoluto e comparadas pelo teste do Qui-quadrado. As variáveis contínuas foram descritas pelas medidas de tendência central e comparadas pelo teste ANOVA, teste t ou teste não paramétrico, quando necessário, com significância < 0,05.  Resultados:Foram incluídos no estudo 270 gestantes e seus recém-nascidos. Apesar das diferenças nas características clínicas entre as gestantes avaliadas, não houve diferença significativa em relação à morbimortalidade entre os RN estudados. Conclusão: A idade materna, por si só, pode não ser um fator de risco para a morbimortalidade neonatal.

Publicado

2026-03-13

Número

Sección

Artigo Original

Cómo citar

ANÁLISE DA MORBIMORTALIDADE NOS RECÉM-NASCIDOS PRÉ-TERMOS DE MUITO BAIXO PESO DE MULHERES NOS EXTREMOS DE IDADE DA VIDA REPRODUTIVA. (2026). Temas Em Saúde , 26(1). https://doi.org/10.64671/ts.v26i1.208