FATORES ASSOCIADOS À QUALIDADE DE VIDA E IDENTIDADE SOCIOCULTURAL DE UNIVERSITÁRIOS HOMOSSEXUAIS: UM ESTUDO PILOTO ENTRE “ARMÁRIOS E GAVETAS”
DOI:
https://doi.org/10.64671/ts.v22i5.132Palabras clave:
Qualidade de vida, Sexualidade, Homossexuais, Estudantes, Ensino Superior.Resumen
A Qualidade Vida (QV) é uma variável crucial ao bem-estar dos indivíduos por refletir as percepções sobre sua interação no contexto cultural e dos sistemas de valores em que vivem. Desse modo, tanto os fatores individuais quanto os contextuais relacionados à QV devem ser investigados, já que muitos deles estão associados ao modo de vida de pessoas homossexuais, por vezes segregadas dos espaços sociais comuns, educacionais e de saúde, podendo contrastar-se negativamente às condições de saúde. Nesse sentido, avaliar a QV de universitários homossexuais é fundamental para compreender suas necessidades sociais e de saúde para alocar recursos à assistência adequada. Esta pesquisa teve como objetivo investigar qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS), os fatores socioculturais e as condições de saúde associados a identidade em homossexuais universitários no município de Imperatriz, MA. Tratou-se de estudo piloto de natureza quantitativa, analítico-descritivo de corte longitudinal apoiado na técnica de “Bola de Neve” (Snowball) em uma população alvo composta por estudantes de graduação de Instituições de Ensino Superior (IES) públicas e privadas no município de Imperatriz (MA) captados de forma não randômica. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, obteve-se uma amostra de 58 sujeitos. A coleta de dados foi realizada entre setembro e outubro de 2021 por formulário eletrônico no Microsoft Forms ® disponibilizado link via aplicativo WhatsApp. Para descrever o perfil dos indivíduos e verificar possíveis associações, utilizou-se o questionário de identidade sociocultural. A QVRS foi avaliada através do instrumento World Health Organization Quality of Life (WHOQOL - bref). Utilizou-se o software SPSS para análise estatística. Além das medidas descritivas, verificaram-se a normalidade dos dados pelo teste de Kolmogorov–Smirnov e as associações entre as variáveis de identidade socioculturais e condições de saúde com a QVRS por meio dos testes Qui-quadrado. Neste piloto, se autodefiniram homossexuais 58 estudantes, com idades que variaram entre 18 e 35 anos, dos gêneros feminino e masculino. A QVRS foi classificada como não satisfatória para 55,2% (n=32) dos sujeitos. As variáveis que interferiram significativamente na QV geral foram: recordação da orientação sexual (p<0,05) e atividade sexual (p<0,05). O teste Qui-quadrado revelou que há relação de dependência entre categorias da QVRS e recordação de como surgiu a orientação sexual e atividade sexual. A QVRS relacionou-se significativamente com todos os domínios do WHOQOL-bref, principalmente com o domínio físico. Considerável parcela de jovens universitários homossexuais apresentou QVRS não satisfatória, sendo mais prevalente entre os homossexuais masculinos. O domínio psicológico e meio ambiente da QVRS foram os mais afetados. Constatou-se que a ocorrência de abuso sexual na infância ou na adolescência diminui a percepção satisfatória da QVRS. Do contrário, o contentamento com a atividade sexual aumenta essa percepção, sobretudo nas relações em que o preservativo é pouco utilizado. Parte das percepções não satisfatórias sobre QVRS se devem à vulnerabilidade quando crianças ou adolescentes ao abuso sexual repercutindo na condição, física, psicológica, ambiental e sexual, as quais perduram por toda vida.
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