TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA, PERFIL DE MORTALIDADE NO MUNICÍPIO DE MONTES CLAROS, EM MINAS GERAIS E NO BRASIL
Palavras-chave:
Dinâmica populacional, Mortalidade, Envelhecimento, Doenças crônicasResumo
Este artigo tem como objetivo verificar o processo da dinâmica populacional e o perfil de mortalidade da população de Montes claros, Minas Gerais e Brasil entre os anos de 2006 e 2014. Trata-se de um estudo ecológico de tendência temporal. Utilizou-se o banco de dados dos sistemas de informação do Datasus, PNUD e IBGE. Os principais resultados indicam que o grupo de idosos passou de 5,0% em 1991, 6,6% em 2000 e 9,1% em 2010. Sobre a mortalidade proporcional por causa básica, as doenças do aparelho circulatório foram a primeira causa básica de óbito, sendo 26,5% dos óbitos em 2006 e 25% em 2014. Em segundo lugar as neoplasias com 18,1% em 2006 e crescimento em 2014 para 19,6%. A terceira causa básica de óbito foram causas externas de morbidade e mortalidade, perfazendo em 2006 10,4% e em 2014 11,9% do total dos óbitos. As doenças infecciosas e parasitárias (DIP) encontram-se na sexta posição em ambos os anos com um total de 6,9% em 2006 e 6,3% em 2014. Montes Claros assim como o estado de Minas Gerais e o Brasil estão passando por uma transição demográfica acelerada, com consequente aumento da proporção de idosos. O perfil de mortalidade também acompanhou a dinâmica populacional do município, sendo necessária uma restruturação de todo o sistema de saúde para atender essas novas demandas.
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