ABORDAGENS FISIOTERAPÊUTICAS NO TRATAMENTO DA ESPASTICIDADE EM CRIANÇAS COM ENCEFALOPATIA CRÔNICA NÃO PROGRESSIVA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA

Autores

  • Andréa Vieira Vitorino da Silva Autor
  • Weslley Barbosa Sales Autor
  • Renata Ramos Tomaz Autor

DOI:

https://doi.org/10.29327/213319.20.3-1

Resumo

Introdução: A paralisia cerebral ou encefalopatia crônica não progressiva é o termo usado para identificar lesões sofridas pelo Sistema Nervoso Central em fase de maturação, gerando comprometimento muscular, postural entre outros. Dentre as suas classificações, a mais comum é a PC espástica, cuja característica é uma contração exacerbada do músculo, resultando em perda funcional. Objetivo: Identificar na literatura as principais condutas e práticas realizadas pelos fisioterapeutas no tratamento da espasticidade em crianças com encefalopatia crônica não progressiva. Metodologia: O trabalho é caracterizado como uma revisão integrativa de literatura, onde será realizada buscas nas seguintes bases de dados: Scielo, PubMED e BVS, utilizando os seguintes descritores: Paralisia Cerebral; Espasticidade muscular e Reabilitação, sendo usado o operador booleano AND para o realizar a busca nas bases de dados. Serão considerados os artigos publicados no período de 2010 a 2019, no idioma português, inglês e chinês. Resultados e Discussões: Observa-se que atualmente existem diversas condutas terapêuticas que visam otimizar e acelerar o processo de reabilitação dos pacientes com PC espástica, promovendo funcionalidade, redução significativa da espasticidade, levando à uma melhora geral na qualidade de vida dos portadores de encefalopatia crônica não progressiva da infância. Considerações Finais: Portanto, nos últimos 10 anos, observamos uma mudança significativa dos padrões de conduta terapêutica, outrora antes eram tratamentos escassos e limitados, mas atualmente vemos uma variedade de intervenções de cunho elétrico, massoterapêutica, reflexológico, vibratório, técnicas da acupuntura, bobath, hipoterapia e outros, cabendo ao fisioterapeuta observar qual a melhor conduta para aplicar em seu paciente, verificando sempre a individualidade e necessidade de cada um.

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Publicado

2026-05-11

Como Citar

ABORDAGENS FISIOTERAPÊUTICAS NO TRATAMENTO DA ESPASTICIDADE EM CRIANÇAS COM ENCEFALOPATIA CRÔNICA NÃO PROGRESSIVA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE LITERATURA. (2026). Temas Em Saúde , 20(3). https://doi.org/10.29327/213319.20.3-1