PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE NO NORDESTE E O PAPEL DO ENFERMEIRO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.64671/ts.v26i1.237

Palavras-chave:

enfermagem; hanseníase; perfil epidemiológico

Resumo

Objetivo: Demonstrar o panorama da hanseníase na região nordeste do Brasil e enfatizar a importância da enfermagem neste cenário. Métodos: Trata-se de uma pesquisa do tipo documental realizada com base nos dados publicados de 2017 a 2021 disponíveis no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) fornecidos pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Os dados foram analisados em caráter estatístico quantitativo, onde os resultados foram expostos em tabelas e gráficos. Assim, temos a análise das publicações sobre a hanseníase na região nordeste do país, tendo como alvo identificar quais estados tem a maior incidência, bem como as características e os agravos que norteiam esta doença. Resultados: No período analisado, o Nordeste se encontra em primeiro lugar com incidência de casos da hanseníase, sendo o estado do Maranhão o que apresenta maior quantidade da presença da doença. O perfil dos doentes é predominante no sexo masculino, onde 54% (independente do sexo) destaca a doença nas pessoas com idade entre 30 e 59 anos, em grande parte da cor parda e com baixa escolaridade, visto que cerca de 42% dos indivíduos possuem fundamental II completo ou incompleto. O tipo de hanseníase mais comum é a dimorfa, contemplando cerca de 43% dos casos. Por volta de 25% das pessoas que foram registradas que tiveram contato com a hanseníase, não foram examinadas. Conclusão: A região nordeste ainda registra maiores números de casos de hanseníase, tendo como destaque o estado do Maranhão. Logo, medidas preventivas devem ser incentivadas pelos profissionais de saúde, principalmente o enfermeiro.

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Biografia do Autor

  • Jonathan da S. Sousa, Faculdade Santíssima Trindade

    Graduando em Enfermagem pela Faculdade Santíssima Trindade, Nazaré da Mata, PE

  • Marcelania D. da Silva, Faculdade Santíssima Trindade

    Graduanda de Enfermagem pela Faculdade San´tíssima Trindade , Nazaré, PE.

  • Maria Eduarda D. Barreto, Universidade Federal de Pernambuco

    Graduanda em Enfermagem pela Universidade Federal de Pernambuco, Vitória, PE

  • Dr. Gabrielly Laís de A. Souza, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente – UFPE. Recife, Pernambuco, Brasil.

  • Dr. Ellen Cristina B. dos Santos, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutora em Enfermagem pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo – EERP USP. Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

  • Dr. Maria da Conceição C. de Lira, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutora em Ciências Farmacêuticas. Universidade Federal de Pernambuco. Recife, Pernambuco, Brasil

  • Dr. Augusto Cesar B. Neto, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutor em Saúde da Criança e do Adolescente. Universidade Federal de Pernambuco. Recife, Pernambuco, Brasil

  • Dr. Glícia M. de Oliveira, Universidade Federal De Pernambuco

    Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal de Pernambuco (CAV - UFPE 2018), Mestranda do Programa de Pós Graduação em Inovação Terapêutica (PPGIT) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Realiza pesquisas sobre a cicatrização de feridas e aplicabilidade do Biopolímero da cana-de-açúcar.

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Publicado

2026-05-21

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

PANORAMA EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE NO NORDESTE E O PAPEL DO ENFERMEIRO. (2026). Temas Em Saúde , 26(1). https://doi.org/10.64671/ts.v26i1.237